Sítio onde jovem morto em ritual de magia negra foi enterrado tem outros corpos

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Bombeiros encontraram nesta terça-feira,mais um corpo no sítio Canto, zona rural de Iguatu (Foto: Reprodução)

O ritual de magia negra que levou à morte do estudante Jheyenderson de Oliveira Xavier, conhecido por Jhey, pode ter feito outras vítimas. Segundo o delegado regional de Polícia Civil de Iguatu, Jerffison Pereira, pelo menos mais uma ossada humana foi encontrada enterrada no sítio Canto, no distrito de Suassurana, na zona rural de Iguatu, onde o primeiro corpo foi encontrado.

Os restos mortais de Jhey foram encontrados no local há uma semana, na quarta-feira (23), quatro dias após ser assassinado.  última terça-feira (29), a Polícia Civil localizou uma ossada, no sítio, onde foi assassinado o jovem Jhey Oliveira, na sexta-feira, dia 19.

De acordo com o delegado, a informação foi de Gleudson Dantas Barros, 29 anos, pai de santo, que está preso, juntamente com Roberto Alves da Silva, 40 anos. Os dois são suspeitos de participação na morte do estudante. “O Gleudson disse que essa ossada seria do adolescente Micael, que estava desaparecido, e vamos solicitar exame de DNA”, explicou Jerffison Pereira.

O delegado afirmou ainda que o sítio foi usado para enterrar outro corpo em mais uma ação ilícita. Segundo ele, há indícios de que um adolescente tenha matado a namorada, identificada como Jaqueline Silva, e enterrado no sítio”.

Nesta quarta-feira, 30, novas buscas foram realizadas no sítio Canto. “Eles disseram que há outros corpos no local e vamos realizar as buscas“, frisou o delegado.

Morte do adolescente

Nesta terça-feira, a Polícia Civil confirmou a morte por suicídio do adolescente que teria assassinado a namorada, identificado como Sâmio, na cidade de Irapuan Pinheiro. Ele também é suspeito de participação na morte de Jhey. “É lamentável, pois ele tinha muitas informações importantes”, frisou o delgado Jerffison Pereira.

Os dois acusados presos deram nomes e locais, mas a Polícia mantém cautela, pois ambos negaram os fatos nos depoimentos iniciais.

Fonte: Diário do Nordeste

 

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